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Ábaco Contabilidade

Sobre o tempo dedicado ao que realmente importa

 
É o início da manhã de trabalho. "O futuro está no desconforto". Com a citação de Arnold Mindell os psicólogos Raul Monteiro e Luiza Frota adentram a sala.
 
Os funcionários da Ábaco Contabilidade já se acostumaram com o tempo que ocupam quinzenalmente para algo diferente. O Instituto Janus está lá para atuar no ambiente de trabalho na empresa.
 
A sessão começa com os funcionários em círculo, praticando exercícios corporais que envolvem movimentos e respiração. Luiza explica que se trata de uma técnica chinesa chamada Lian Gong. Depois do relaxamento, todos se sentam para conversar.
 
Nesta descontraída roda de bate-papo direcionada, as inseguranças, as dificuldades de relacionamento, de comunicação, de (se fazer) compreender um ao outro, tão comuns no ambiente competitivo e hierarquizado das empresas, são "colocados na mesa".
 
À medida que os problemas de cada um (ou de todos) e os papéis que representam são revelados, vai acontecendo uma descoberta das reais intenções, motivações, sentimentos que estavam escondidos por trás do discurso e dos gestos de cada um.
 
"Você sabia disso? Você tinha dimensão da dificuldade dele(a)?", perguntam os facilitadores. A resposta é um misto de negativa e surpresa.
 
Harmonia
 
Sr. Bosco é um dos sócio proprietários da empresa e não perde a oportunidade de participar do momento junto com os funcionários. Ele conta que o Instituto Janus acompanha a Ábaco, realizando o planejamento participativo e atuando na integração grupal há anos.
 
Bosco afirma que o trabalho global desenvolvido pelo Janus, produz reflexões sobre questões mais amplas e incomuns no cotidiano do escritório. Ele também entende que "tem contribuído para um ambiente de trabalho mais harmônico, com maior fluidez, ânimo e energia".
 
No entanto, Bosco avalia que o fundamental na experiência está além disso. Na sua opinião, o mais importante é "trabalhar o que se sente para mudar a atuação", conclui.
 
Conflitos
 
Por meio do Trabalho Processivo, os facilitadores utilizam métodos, como o fórum aberto e o psicodrama, para cuidar das relações de convivência (que são também pessoais e afetivas), para levar à tomada de consciência e ao cerne do conflito ou do "desconforto" necessário para produção de mudanças.
 
E então, as tensões arrefecem, o clima fica leve, tudo parece ficar mais fácil e divertido.
 
Ao final, todos relaxam e estão mais próximos, mais solidários, mais atentos uns para com os outros. Revigorados para a vida que segue.
 
Missão cumprida. Até a próxima!
 
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Grandes ou pequenos grupos também podem se beneficiar do Trabalho Processivo na solução de conflitos e melhoria do ambiente interno de sua empresa ou instituição. Entre em contato e conheça melhor nossa proposta sem compromisso.

É muito gratificante essas

É muito gratificante essas atividades feitas em grupo vendo o despertar das pessoas e a felicidade da descoberta.

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